Manuais e Livros de Grafologia

Há séculos a grafologia está presente em nossas sociedades. Suas origens são remotas, são seculares. Para a maioria dos Grafologos modernos tudo começou com o italiano Camillo Baldi que escreveu um pequeno livro sobre grafologia , ainda em 1622. Isso mesmo, há mais de TRE séculos.

Mas como toda comunicação característica da época, essa informação fluiu muito devagar e só em 1.871, aproximadamente 250 anos depois,  quando o Abade Michon (IJean Hippolyte Michon ) em Paris, na França, é que se  deu o nome de grafologia a essa análise, sendo: grafo – escrevo; logos – teoria ou estudo. Nessa época, foi publicado um jornal sobre grafologia.

Ao longo dessa história muitos livros e manuais de grafologia foram lançados. Desde então, muitas pessoas se especializaram no assunto e vêm publicando livros e manuais de grafologia e disseminando conhecimentos deste tipo de análise.

No Brasil, o marco da grafologia é a publicação do livro “A Grafologia em Medicina Legal” do Dr. Costa Pinto em 1900. No Rio de Janeiro, um dos livros de grafologia mais famosos e, portanto, um dos mais vendidos livros é o do psicólogo Alberto Swartzman, 41 anos, que é Pós-Graduado em Grafologia

Muitos livros e manuais de grafologia estão disponíveis no mercado e como sempre a boa leitura é enriquecedora, recomendada. Porém, hoje existe, uma Sociedade Brasileira de Grafologia, que busca regulamentar a prática da atividade. De forma que a avaliação grafológica seja realizada cada vez mais por empresas especializadas ou por profissionais com formação especifica em um curso de grafologia reconhecido pelo mercado.

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